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A preocupação com a possível transmissão do vírus influenza no ambiente de trabalho força empresas a pensar em alternativas para driblar as ameaças de contaminação

O surto de gripe provocado pelo vírus influenza A (H1N1) desperta atenção especial entre as empresas para a necessidade de um planejamento que impeça a disseminação da doença em suas dependências e, ao mesmo tempo, garanta o pleno funcionamento das atividades. Nesse contexto, empresas de diferentes ramos estão colocando em prática algumas ações que buscam evitar o contágio da doença e, consequentemente, manter os negócios em dia.

Algumas empresas adotaram medidas de prevenção e informação juntos aos funcionários com uma cartilha informativa sobre a gripe A, para ser entregue a todos. Também foram organizadas palestras com especialistas da área de saúde do qual podem adotar medidas de prevenção no trabalho e em casa, contribuindo para minimizar os riscos na comunidade.

Medidas preventivas

Lavar as mãos com sabão e água corrente com frequência, evitar ambientes fechados, ter sempre consigo lenços de papel, manter ou adotar bons hábitos de saúde como sono  adequado, boa alimentação e atividade física, evitar locais com grande aglomeração e afastar-se do contato com pessoas que apresentam sintomas de gripe (febre, dor de garganta, tosse e dores no corpo). Esses são os conselhos de Rui Bocchino Macedo, especialista em Medicina do Trabalho da Dasa, empresa de medicina diagnóstica.

Macedo destaca que se algum funcionário aparecer com os primeiros sintomas da gripe o mais indicado é orienta-lo a procurar seu médico. “Cabe ao profissional de saúde determinar o procedimento adequado. O afastamento de sete dias para a pessoa com os sintomas é o procedimento mais indicado”, orienta.

De acordo com Macedo, existem empresas com maior risco de proliferação da doença, como as que lidam com saúde, em hospitais e postos de saúde. Empresas e locais de trabalho onde não haja ventilação ambiente também têm maior possibilidade de contágio da doença. No caso dos funcionários que viajam com frequência, o médico sugere que evitem viagens para locais considerados de risco, como Argentina e Chile, por exemplo.

Macedo lembra ainda que os cuidados preventivos devem ser divulgados de todas as maneiras para todos os públicos. “É fundamental a prevenção, não só para a gripe A, mas também para os outros tipos de gripe. A mortalidade causada pela nova gripe é similar a da sazonal e é pertinente a preocupação com a doença, mas não o pânico”, lembra.

   
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