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Um estudo da Ernst & Young afirma que as pessoas são a principal barreira quando se trata de questões de convergência.
Para muitas pessoas, a convergência torna-se uma batalha a ser vencida a qualquer preço. Para outros, a convergência é vista como uma distração, uma tentativa de desviar-lhes o foco em atingir seus objetivos de trabalho e que pode ofuscar os seus esforços. Muitos apontam a Convergência como um grande desafio corporativo e que vai exigir recursos.
A GRC bem sucedida exige uma mudança cultural que é capitaneada pelas lideranças desde o início do projeto, e a tecnologia pode ser uma importante alavanca. Alguns dos objetivos fundamentais para a mudança cultural devem incluir:
Tornar a Gestão de Riscos parte do quotidiano das atividades do dia-a-dia. Capacitar as pessoas em todos os níveis hierárquicos, tornando a empresa um Gerente de Riscos.
Fornecimento de informação sobre os riscos. A Gestão de Riscos deve ser vista como uma competência incorporada na organização e incorporada no cotidiano dos processos em todos os níveis da organização, produzindo uma vantagem competitiva de mercado. A direção deve apresentar o programa como uma iniciativa de alta prioridade em toda a empresa, fomentando uma cultura que enfatize a importância da Ética, Controle de Qualidade e Gestão do Risco.
Uma solução automatizada de tecnologia pode ajudar a transição e pode ser o ponto central de ajuda para promover a sensibilização de todos para os riscos, e permite-lhe criar um suporte de cultura de risco dentro da organização.
Processos automatizados de Gestão de Risco podem ajudar a distribuir a responsabilidade da GRC pelos níveis hierárquicos inferiores da organização. A solução tecnológica deve facilitar a sensibilização e contribuir para engajar os clientes empresariais, acionistas e investidores, fornecendo informações úteis que proporcionam melhor visibilidade do risco corporativo da empresa.

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